segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Como pode o Robson Cateano ser comentarista?

Certas coisas não consigo compreender. Uma delas é como o Robson Caetano continua sendo comentarista da Sportv. Ele não é ruim, ele é péssimo. Ele gagueja, tenta simplificar uma explicação, mas só complica tudo e vive apostando em atletas que nunca conseguem nada. Além de tudo vive falando besteira e fala muita.

Hoje, por exemplo, durante a transmissão do Campeonato Mundial de Atletismo, após a Fabiana Murer ser eliminada da competição de salto com vara, Robson Caetano fez uma pergunta a atleta sobre se uma determinada nova regra teria a prejudicado de alguma forma. Foi hilário, porque Fabiana respondeu que não tinha nenhuma regra nova, aquela a qual o Robson se referia, já está valendo há 5 anos. Há 5 anos!

Foi vergonhoso. Mas não é a primeira vez que ele faz alguma coisa assim. O que eu não entendo é o porquê dele continuar. O Sportv não precisa dele, pois tem um excepcional comentarista, o Lauter Nogueira.

sábado, 25 de julho de 2009

Será que Rubinho deveria ter se aposentado?

Algumas pessoas acreditam em sinais. Coisas que acontecem como se quisessem te dizer que você deve fazer algo ou seguir um caminho. Eu não sou das pessoas que acreditam nisso, mas acho que o Rubens Barrichello deveria parar e pensar um pouco no que vem acontecendo ao longo desse ano.

Explico, durante a pré-temporada da Fórmula-1 muito se especulou sobre uma possível aposentadoria do piloto brasileiro. Mas, ele acabou conseguindo uma vaga na Brawn GP e está correndo por mais um ano. No entanto, o que poderia ser um ano excepcional para ele, está sendo talvez a temporada de maior decepção dele na categoria. A equipe surpreendeu todo mundo com um carro competitivo e que deu chances reais tanto a Rubinho quanto a Jenson Button de vencer corridas e brigar pelo título.

Mas nada vem dando certo para o brasileiro. Ele não conseguiu vencer nenhuma corrida até agora, enquanto o seu companheiro além de vitórias (6), é líder do campeonato e favorito ao título. Rubinho não consegue alcançar os bons resultados do inglês e vê coisas que só acontecem com ele. Como deixar corrida por quebra e ser prejudicado por uma trapalhada da equipe nos boxes durante pit-stop.

Se não bastasse tudo isso, neste sábado, durante o treino classificatório para a corrida da Hungria, parece que Rubinho teve participação, totalmente sem culpa dele, no acidente de Felipe Massa. Ao que tudo indica, a peça que acertou o piloto da Ferrari se soltou do carro de Barrichello.

Não sei não, mas acho que era para o Rubinho ter se aposentado. Coisas estranhas estão acontecendo com ele. O que será que falta acontecer?

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Política Nacional


Política no Brasil é algo muito podre. A maioria dos nossos políticos não tem um mínimo de comprometimento moral. Em um momento eles podem estar se atacando, chamando um ao outro de bandido, mas já no minuto seguinte podem ser aliados e se fazem de melhores amigos.

Um exemplo recente é o presidente Lula. No lançamento de uma obra do PAC em Alagoas, nosso presidente abraçou e elogiou o ex-presidente e atual senador de Alagoas Fernando Collor. Como é que você elogia alguém que anos atrás acusava de ser corrupto? Como é que você se alia a um ex-presidente que sofreu impeachment? Simples, não tendo nenhum comprometimento moral. Esses são os nossos políticos. Esse é nosso presidente.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Ele cantava muito!

sábado, 16 de maio de 2009

Mais uma entrevista de Liam


Vivemos em uma época que todo mundo age conforme o “politicamente correto”. Um exemplo é o futebol. Algumas décadas atrás eram naturais as provocações entre jogadores e técnicos antes de um clássico. Isso promovia o jogo e criava assunto para os jornais. Agora, qualquer tipo de comentário mais irônico é visto como ofensa. Parece não haver mais espaço para o “politicamente incorreto”.

Na música também isso ocorre. Nas décadas de 60 e 70, as bandas de rock apresentavam um comportamento “rockeiro” que ia além da música, a atitude Rock and Roll. Agora isso é raro de se ver. Umas das poucas bandas que rompe com esse “moralismo” atual é o Oásis. Os irmãos Gallaghers não têm papas na língua e mantêm vivo esse espírito Rock and Roll. Por isso, vale a pena conferir a entrevista que Liam deu ao portal UOL.

sábado, 2 de maio de 2009

Domingo é dia de Ronaldo

Campanha da nike
Os principais campeonatos estaduais terminam amanhã: Carioca, Mineiro e Paulista. Teria também o Gaúcho, mas o Internacional comprovou sua superioridade no estado e foi campeão antecipado.

No entanto, como o Fluminense não está na final aqui no Rio, para mim, o jogo mais interessante é o de São Paulo. Por causa de um único jogador: Ronaldo. Eu sou fã confesso dele. Lembro do futebol que apresentou no Cruzeiro, no Barcelona, no Internazionale e, é claro, na Seleção.


“Eu sou o cara”, essa frase foi muitas vezes dita por Romário, outro craque do nosso futebol, que nunca teve humildade como uma de suas características. No entanto, acho que ela também deve ser aplicada ao Ronaldo, porque pela terceira vez ele se recupera de uma lesão grave no joelho e dá a volta por cima. Faz gols, não só gols, mas golaços como o do primeiro jogo da final do Paulista.


É realmente impressionante, pois lesões no joelho encurtaram a carreira de grandes jogadores. Van Basten é um exemplo. Mas Ronaldo persiste e agora já se fala nele na Seleção. Tudo bem, a Globo começou a fazer essa pressão. Mas se ele continuar fazendo gols e emagrecendo alguém será contra a convocação dele?

Ronaldo é craque, tem seu nome na história do futebol mundial e é considerado um dos grandes jogadores de todos os tempos. No entanto, às vezes eu penso como seria se ele não tivesse tido as lesões.

O Fenômeno perdeu anos quando estava no auge por causa das lesões. Além disso, é fato que ele não foi mais o mesmo tipo de jogador após as cirurgias. Até onde ele teria chegado se não as houvesse? Porém, ele não seria o símbolo de persistência que é atualmente.

Décadas de 60 e70 ao som dos Beatles


Quando um amigo me falou sobre Across The Universe – filme de 2007, dirigido por Julie Taymor –, ele disse que era um musical feito a partir de músicas dos Beatles. Mas o filme não é só isso. É um retrato de uma geração. A partir da vida de várias pessoas, o longa apresenta as ambições, os conflitos, tudo de que se passa na geração das décadas de 60/70. O filme faz referências aos principais símbolos culturais da época, além das questões políticas e sociais.

No entanto, sem dúvida nenhuma, são as músicas do “quarteto de Liverpool” que fazem o diferencial no filme. É impressionante como as composições representam bem cada situação em que elas aparecem. Além disso, as cenas musicais fluem muito bem, não são forçadas, não surgem do nada. O filme também tem o mérito de dar novos arranjos a sucessos consagrados.

Ao usar músicas de todas as fases dos Beatles, Across The Universe permite que se perceba como é diversificada a discografia dos “Fab Four”. Quem não conhece a banda inglesa muito bem, descobre que os rapazes de Liverpool foram do rock básico ao rock mais pesado, Helter Skelter, por exemplo. Também temos as baladas tradicionais e a fase psicodélica.

Outro destaque é as referências feitas no filme a própria banda, como, por exemplo, o show no telhado. Só pela trilha sonora já valeria a pena assistir ao longa, mas Across The Universe é mais do que as músicas dos Beatles. É um bom filme.